| FOTO JORNAL MAIS |
Segundo afirmaram os vereadores, a estrada está comprometida em vários pontos por quedas de barrancos, com trechos em apenas meia pista, onde a travessia está muito perigosa, fazendo com que muitos motoristas desistam de atravessar. Além disso, a queda da ponte no km 102 fez com que o trânsito da rodovia fosse transferido para as ruas do bairro São Miguel, Maravilha e Centro de Bom Jardim, graças a uma ponte metálica construída emergencialmente pelo Exército Brasileiro. Entretanto, muitos motoristas, principalmente de caminhões, devido aos grandes congestionamentos que tem se formado, preferem passar por uma via alternativa no distrito de Banquete. Com isso, os edis entendem que a Rota 116 deixou de cumprir a sua obrigação contratual, que é oferecer condições necessárias para um transporte seguro pela rodovia, não havendo, portanto, argumento que justifique a volta da cobrança do pedágio, uma vez que o serviço não está sendo prestado como deveria ser.
Outro ponto abordado pelo documento é que muitas casas de São Miguel estão ficando com rachaduras causadas pelo tráfego intenso, comprometendo ainda mais os imóveis, muitos deles seriamente abalados pela enchente. Por esses motivos, os vereadores, mostrando-se insatisfeitos com a atitude da concessionária, de reiniciar a cobrança do pedágio, embora a rodovia esteja em péssimas condições de uso, já estão produzindo um abaixo-assinado, com a assinatura dos bom-jardinenses, para encaminhar às autoridades estaduais e federais competentes, conforme revelou em primeira o JORNAL MAIS em destacada matéria a respeito publicada na edição passada.





































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